Citroen HY 1962 by Solido


“Em França, depois do período negro da guerra e da ocupação, o país reencontrava a sua liberdade, mas ainda lhe faltava quase tudo!
Os automóveis utilitários surgiam de modificações aos automóveis ligeiros e a maioria eram realizados/transformados por artesãos.
E é nesta espécie de “bricolage” que nasce o modelo H e sobrevive durante 34 anos sem perder uma ruga !
Pierre Franchiset, obedecendo ao caderno de encargos de Pierre Boulanger, patrão da Citroen, aplicou as exigências pedidas:
Veiculo “monocoque”, tracção à frente, 4 cilindros, uma boa suspensão traseira e sobretudo realçou a utilização do máximo de componentes de modelos já existentes, de modo a que o custo final do produto estivesse ao alcance de uma população ansiosa por um veículo económico, de transporte e trabalho, numa Europa financeiramente fragilizada.Assim, depois de uma série de estudos (oito-Huit) nasce o mais extraordinário veículo utilitário francês do pós-guerra o Citroen H, apresentado no salão automóvel de Paris em Outubro de 1947.
Com apenas dois protótipos fabricados, os primeiros furgons Citroen da série H comercializam-se em 1 de Junho de 1948, na cor cinzenta, (tintas de cor existente em stock de outros modelos) e estavam equipados com um motor derivado do célebre 11CV (Arrastadeira).A HY tinha uma carga útil de 1200 kg e era construído com chapa ondulada, método já utilizado anteriormente na aviação (ex: Junker) de forma a aumentar a rigidez sem aumentar a espessura da chapa. Um sistema económico, que reduzia os custos de produção.
Polivalente, com múltiplas transformações possíveis a nível de carroçaria, desde a versão mais simples de caixa aberta aos mais específicos, como por exemplo os veículos equipados com suspensão traseira hidropneumática para ambulâncias de reanimação e cirurgia, este utilitário rapidamente convence os milhares de comerciantes, artesãos, industriais e todo o género de entidades públicas, desde os correios, bombeiros, policias, hospitais, etc., fazendo assim parte da sociedade e da paisagem francesa da época.
Além das múltiplas mutações que a carroçaria de base permitia, outras características importantes residiam no facto de se poder estar de pé dentro do veículo (1,82m), ter um grande volume de carga (7,3 m3) , uma altura ao solo de apenas 43cm permitindo uma maior facilidade de carregar, ter uma porta lateral para acesso rápido à carga e um raio de viragem de 6m o que para um carro concebido na 1ª metade do séc.XX, era excepcional.

Em função da carga útil e da sua carroçaria, a designação comercial variava entre o H, HY, HZ, HX, HW, HP,HV,HT,HL,HG

A cor cinzenta era predominante, mas podia-se encontrar também em branco, encarnado ou azul.

No decurso da sua existência o tipo H adopta diversas motorizações, a gasolina e simultaneamente a diesel.
Gasolina, 1600cm3 (9CV) e 1900cm3 (11CV), e a Diesel, Perkins 1621cm3 (7cv), Indenor 1816cm (7CV) e Indenor 1946cm3 (8CV).

Foi um enorme sucesso. Além das unidades produzidas em França, foram também produzidas na Holanda (cerca de 6.000), na Bélgica (5.343) e em Portugal (570).” in My Citroen HY

A versão apresentada é uma HY de 1962 sendo uma das suas principais características diferenciadoras o pára-brisas bipartido.

A miniatura é uma sóbria representação da Solido sendo tão simples como o modelo que representa.



















Chevrolet Corvette C5 1997 by Bburago


Marca:  Chevrolet
Modelo:  Corvette C5
Ano Lançamento:  1997

Motor
Cilindrada (cc):  5666
Potência máxima (cv/rpm):  350/5600
Binário máximo (Nm/rpm):  475/4400
Nº Cilindros:  8
Válvulas por cilindro:  2

Prestações
Velocidade máxima (km/h):  277
0-100 km/h (s):  4.8

Transmissão
Tipo:  T
Caixa:  6M

Dimensões
Comp./Larg. (mm):  4564/1869
Distância entre eixos (mm):  2654
Peso (kg):  1465
Nº Portas:  2
Depósito (l):  72

O C5 representou uma enorme mudança relativamente à geração C4. Um motor LS1 completamente novo foi instalado. Inicialmente debitava 345cv, mas em 2001 a sua potência foi aumentada para 350cv. A caixa automática 4l60-E presente nos modelos anteriores permaneceu, mas a caixa manual passou a ser uma Borg-Warner T-56 de 6 velocidades capaz de permitir ao C5 atingir a velocidade máxima de 270 kmh. Em todos os aspectos o C5 era melhor que o C4.

O design do C5 representou também uma viragem relativamente à linha que vinha sendo seguida pela geração predecessora. Se o C4 se baseou numa simplificação do design do C3 hatchBack, “alisando” as linhas curvas para conseguir uma aerodinâmica mais eficaz, o C5 distanciou-se um pouco desse conceito. O Corvette tinha agora um design mais curvilíneo e gracioso que captava a agressividade patente no C3, isto sem prejudicar o desempenho aerodinâmico.

Em 1997 foi apresentada a versão coupé e em 1998 a versão cabrio. Em 1999 foi apresentada uma versão hard-top, também conhecida por FRC (fixed-roof coupé). Este modelo tinha a capota fixa, contrariamente à versão de lançamento, com os painéis amovíveis “targa top”. Apresentava assim uma linha de tejadilho e espaço de bagageira similares ao descapotável. 

A miniatura em si é muito simples, um Bburago com já muitos anos na minha colecção

























Alfa Romeo 916 Spider 1995 by Maisto


Com nome de código 916, o Spider tal como o GTV fizeram a sua estreia em Março 1995 no Salão Automóvel de Genebra.
Criado a partir da colaboração entre o «Centro Stile» da Alfa Romeo e Pininfarina, o Spider veio substituir o Giulia Spider, um modelo com uma longevidade de 30 anos. O Alfa Spider tem alguns elementos que são claras referências ao passado, tais como a traseira inclinada, que lembra o lendário Duetto “osso de choco”. O Spider dispunha da gama de motores do 155 Twin Spark e os dois motores de 6 cilindros da gama do 164, e tinha suspensão independente. Em 1998 o Spider adopta também o motor 1.8 Twin Spark e o 2.0 V6 Turbo.